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Uma das mais recentes funcionalidades dos programas ETABS e SAFE consiste em permitir gerar, de forma quase automática, painéis de distribuição de cargas.

De uma forma muito simples, pode-se criar diferentes combinações de posições para as cargas verticais o que se torna particularmente interessante em casos de alternâncias de sobrecargas.

Usando esta ferramenta, é possível avaliar envolventes de esforços e flechas em lajes, sem a necessidade de criar manualmente cada um dos casos relevantes.

No vídeo abaixo são apresentados os seguintes conceitos:

Pattern Live - Auto – que é o tipo de Load Pattern que deve ser usado para tirar partido desta funcionalidade; Slab Panels – que é o objeto de área (não estrutural) que define as diferentes zonas a serem carregadas; Support Lines – que servem para definir o contorno das Slab Panels e permitir criar estes objetos automaticamente em apenas um passo.

 

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O ETABS e o SAFE permitem realizar análises não-lineares tendo em conta os efeitos da fendilhação, fluência e retração em lajes e vigas de betão armado.

Com este recurso, é possível obter de forma simples e rápida, flechas a longo prazo, que muitas vezes são calculadas com recurso a fatores de majoração empíricos e difíceis de justificar.

O principal objetivo deste artigo, é demonstrar que é possível justificar a redução de flechas a longo prazo, recorrendo-se ao reforço das armaduras passivas. Ao aumentar a área de armadura de compressão, reduz-se a profundidade da linha neutra e a compressão no betão, atenuando-se assim o efeito da fluência. Por outro lado, o aumento das armaduras de tração tem o efeito de reduzir a tensão nas armaduras de tração e consequentemente a extensão e a abertura das fendas. 

O processo de cálculo de lajes e vigas fendilhadas, pode ser resumido da seguinte forma:

Cálculo dos momentos elásticos nos elementos finitos; Cálculo das armaduras...
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As possibilidades de análises dinâmicas com os programas CSI são muito abrangentes. Exemplo disso é a capacidade de analisar os efeitos da colisão entre duas massas ou estruturas.

Para isso, basta criar um elemento ou uma massa que se desloque a uma determinada velocidade. Em seguida define-se as posições inicial e final (de colisão), cuja relação será simulada através de um link do tipo GAP que, ao esgotar o limite definido para a sua abertura, gera uma colisão entre os dois objetos, ou seja, gera-se uma transferência de energia cinética.

Em seguida apresentam-se os passos a seguir para uma análise deste tipo:

Calcular a força que se pretende aplicar durante um período de “x” segundos para que o objeto atinja uma velocidade “y” m/s numa distância “z”; Desenhar um nó ou um conjunto de nós a uma certa distância da estrutura; Atribuir ao nó a massa do objeto que irá colidir com a estrutura; Desenhar um link do tipo GAP que conecte o nó à zona de impacto e definir uma abertura...
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A análise de colapso dinâmico pode ser utilizada para modelar o colapso progressivo, em que um ou mais elementos estruturais são removidos num curto espaço de tempo, e os efeitos dinâmicos desta remoção são avaliados. Esta análise é utilizada para verificar a capacidade dos elementos estruturais que envolvem o(s) elementos(s) removido(s) e para avaliar a redundância da estrutura e a sua capacidade de redistribuição.

Uma operação de remoção consiste em remover um ou vários elementos num determinado instante com uma determinada duração.

No tempo de remoção especificado, o objeto será removido do modelo e substituído por forças nodais do objeto removido. Estas forças simulam a presença do objeto removido e são reduzidas a zero ao longo da duração especificada.

Um nó será automaticamente removido quando todos os outros objetos a ele ligados forem removidos. É possível remover explicitamente um nó, pois só assim será possível remover molas, massas e cargas, mas o nó permanecerá até...

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O ETABS possibilita aos utilizadores uma forma de criarem e customizarem os seus relatórios de cálculo.

As possibilidades são bastante vastas, desde simples templates já pré-definidos, a templates totalmente customizados pelo utilizador através de ficheiros XML.  

Importante referir que todas estas customizações são dinâmicas, ou seja, cada vez que o modelo for alterado, o relatório de cálculo é também atualizado.

No vídeo em baixo, é possível ver as opções disponíveis.

 

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O ETABS e o SAFE têm disponível uma ferramenta de produtividade para o Dimensionamento de Vigas Mistas.

Esta ferramenta tem como objetivo tornar mais transparente e interativo o dimensionamento deste tipo de elementos.

Após realizar o dimensionamento de uma viga mista, surgirá uma janela onde poderá ver e editar as seguintes opções:

Listagem de perfis válidos, ordenados por rácios de utilização. Aqui poderá optar por escolher outro elemento presente na lista; Percentagem/grau de conexão laje-viga; Número de conetores necessários para cumprir o grau de conexão;   Resumo de verificações de resistência aos Estados Limites Últimos; Resumo de verificações aos Estados Limites de Serviço; Definir contra flechas para as vigas; Visualizar diagramas de esforços e relatórios de cálculo.

 

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Com alguma frequência, os engenheiros de estruturas questionam qual a abordagem recomendada, ou mais próxima da realidade, na modelação das vigas.

Neste artigo poderá ver uma das muitas possibilidades de modelação que os programas da CSI (SAFE e ETABS) oferecem.

Tipicamente, as vigas aparentes ou invertidas são modeladas com elementos finitos de barra.

Ao modelar estes elementos com a respetiva secção retangular, está-se a assumir determinados pressupostos de forma consciente.

Como alternativa, o SAFE e o ETABS permitem ao engenheiro usar secções em T e em L como forma de simular, com um elemento de barra, o comportamento laje-viga.

Em seguida, salientam-se os aspetos mais importantes desta ferramenta:

Modelação de vigas de Bordo (L) e Vigas Interiores (T). Ter em conta a inércia do conjunto laje-viga. Possibilidade de eliminar a sobreposição de materiais e consequentemente os seus pesos e massas. Sendo descontadas as áreas do banzo e da alma da viga que se sobrepõem aos...
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Agora, mais do que nunca, as verificações implementadas nos programas CSI serão úteis para quem tem que projetar estruturas de acordo com o novo Código Estrutural Espanhol.

Tal facto, deve-se à grande semelhança entre as regras de projeto de estruturas contempladas por este novo regulamento e pelos Eurocódigos estruturais.

Além disso, se focarmos nas verificações de acordo com os Eurocódigos 2, 3 e 4, implementados nos programas CSI, podemos dizer que os procedimentos estabelecidos são exatamente os mesmos.

Para facilitar, abaixo indicamos as opções de dimensionamento que devem ser utilizadas nos programas CSI, para que todos os resultados reportados sejam válidos à luz do novo Código Estrutural.

 

Estruturas de Betão Armado

Na tabela a seguir, podemos ver as únicas diferenças entre o Código Estrutural e o Eurocódigo 2, que requerem atenção e ajustes por parte do utilizador nas opções Default dos módulos de dimensionamento implementados nos programas CSI:

 

Estruturas...
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Conheça as verificações obrigatórias do Eurocódigo 8 e as ferramentas CSI a que pode recorrer

Como é amplamente reconhecido, os programas CSI, nomeadamente o SAP2000 e o ETABS, possuem características de análise e pós-processamento de resultados muito úteis para a análise sísmica de estruturas.

No entanto, no caso específico do dimensionamento sísmico de edifícios de betão armado segundo o Eurocódigo 8, há múltiplas verificações de ductilidade que dependem de detalhes específicos de armadura de pilares, vigas e paredes que não se encontram definidos em modelos SAP2000 ou ETABS.

Tendo em conta que a análise e o detalhe das estruturas são fases distintas do processo de dimensionamento, que requerem diferentes interfaces e ferramentas, incorporar todas estas características num único software resultaria numa má experiência do utilizador e numa produtividade mais baixa.

O software VIS foi concebido precisamente com a intenção de expandir as capacidades de dimensionamento de betão...

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Neste vídeo, iremos mostrar como usar a ferramenta Copy and Paste que permite copiar e colar propriedades de elementos no SAP2000. Usando o comando Copy Assigns do menu Assigns copiamos as atribuições feitas a um objeto. Em seguida, usando o comando Paste Assigns atribuímos estas mesmas propriedades a um outro objeto da mesmo tipo. Por exemplo, nó a nó, barra a barra ou área a área. Importante referir, só deve selecionar um objeto, no caso de selecionar mais de um objeto, o SAP 2000 selecionará um deles para copiar as atribuições.

Como exemplo, vamos usar o caso do vídeo:

Neste caso, selecionamos uma viga com propriedade de seção W 16 x 50, com Line Springs e cargas uniformes atribuídas. Em seguida, vamos ao menu Assign -> Copy Assigns. Neste momento todas as atribuições e propriedades da viga estão prontas para serem coladas noutro(s) elemento(s) da mesma família. Agora, selecionamos um ou mais objetos nos quais as atribuições serão coladas. Em seguida usamos o  menu...
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