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Todas estas customizações, quer de barras de menus quer de atalhos, podem ser gravadas em ficheiros específicos. Caso necessário poderá sempre utilizar estes ficheiros para repor as suas definições pessoais sem ter de reconfigurar tudo de novo. Basta para isso seguir os seguintes passos:

Customizar menus e atalhos no SAP2000 como apresentado no vídeo; Gravar e fechar ficheiro de SAP2000 para rescrever ficheiros .ini e .xml; Voltar a abrir o SAP2000; Aceder ao menu Help>About SAP2000; Selecionar a opção “User Settings Folder”;

O link irá abrir uma pasta na localização C:/Users/[USER]/AppData/Local/Computers and Structures/SAP2000 24;

Neste momento, os ficheiros SAP2000v24 ToolbarShortcutSettings.xml e SAP2000v24.ini já contêm a informação das customizações de atalhos e barras de menus respetivamente; Deverá guardar uma cópia de segurança destes ficheiros para uso futuro, caso necessário; No caso da instalação de uma nova versão do SAP2000 ou de perda inadvertida de...
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As mais recentes versões dos softwares da CSi integram novas ferramentas e funcionalidades para maior produtividade e segurança. Como forma de garantir um trabalho colaborativo entre colegas e evitar propagação de erros, é agora possível iniciar um modelo estrutural a partir de um ficheiro “template” fechado. Este ficheiro tem guardada toda a informação que o autor achar relevante e adequada para futuros projetos da sua equipa.

Desta forma consegue-se reduzir a replicação do erro que muitas vezes ocorre quando se usa um modelo de um projeto já existente como base para outro projeto.

 

Propriedades gravadas no ficheiro de Template

 

 

 

Criação de ficheiros de Template

 

 

 

Iniciar um novo projecto de SAP2000 com ficheiro Template

 

 

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Este artigo pretende demonstrar uma possibilidade prática de definir combinações de ações com vento e sismo estático equivalente tendo em conta as múltiplas direções da ação.

Na generalidade dos casos reais, tanto a ação do vento como a ação do sismo tomam diferentes posições relativamente à estrutura. Será necessário, portanto, definir a ação para cada uma dessas direções e combinar cada uma delas com as restantes cargas relevantes.

Para facilitar as combinações, podemos condensar as múltiplas direções num só caso de carga, recorrendo a um Load Case do tipo Multi-Step Static, que não faz mais do que atribuir um Step a cada configuração da carga.

Esta ferramenta traz grandes mais valias tanto na fase de análise de esforços como na fase de dimensionamento, não deixando de ser um processo transparente e claro.

Segue em baixo um exemplo de como definir um caso de carga de vento em múltiplas direções que se desmultiplicará em várias combinações dentro da mesma Load Combination:

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O ETABS 19 permite agora fazer a junção de múltiplos modelos num só ficheiro. Esta funcionalidade já estava disponível noutros programas CSi, nomeadamente no SAP2000 (ver artigo “Trabalhar em paralelo com modelos”). Numa lógica de trabalho compartilhado entre engenheiros, esta opção permite que cada interveniente na modelação seja responsável por uma determinada parte do modelo global, sendo possível numa fase posterior juntar todos os modelos parciais num um único modelo com a estrutura completa.

 

 

O processo de unir modelos é simples e intuitivo. Basta seguir os seguintes passos: Fazer a exportação do modelo 1 para o ficheiro 1 – File>Export>ETABS Database Tables to Text Importar o ficheiro 1 para o modelo 2 – File>Import>ETABS Database Tables in Text File Usar a opção Add to Existing model

 

Será emitido um número considerável de mensagens de erro/aviso relacionadas com entidades duplicadas – Clicar em “No” para prosseguir com a importação
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Com o software CSiBridge é possível gerar e editar modelos estruturais de pontes pré-fabricadas em I ou em U, de forma rápida e transparente. Numa primeira fase, com o Wizard desenhado a pensar neste tipo de estruturas, só terá de definir qual a secção pretendida para as vigas e qual o tipo de pré-esforço e seu andamento. O caso exemplificado neste artigo corresponde a uma ponte com vigas em I pré-fabricadas e pré-esforçadas, que serão colocadas in-situ simplesmente apoiadas e só depois será feita a betonagem da laje.

 

O fluxo de operações para gerar um modelo deste tipo será:

 

Modelação dos elementos estruturais Definir tipologia de ponte / secção transversal; Definir andamento do traçado de pré-esforço bem como as suas propriedades e interação com as vigas; Definir relevê;   Definir posição e características dos pilares e encontros bem como as suas ligações ao tabuleiro. Estes elementos poderão também ter uma propriedade geométrica denominada viés, que permite definir...
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O CSiBridge permite gerar e editar modelos estruturais de forma rápida e intuitiva graças às ferramentas de parametrização automática. Numa fase inicial basta definir qual a tipologia de ponte, a sua secção transversal, assim como o seu método construtivo. No caso exemplificado neste artigo, trata-se de uma ponte em caixão unicelular pré-esforçado com secção variável ao longo dos vãos, contruída através de avanços sucessivos.

 

O fluxo de operações para gerar um modelo deste tipo será:

 

Modelação dos elementos estruturais Definir tipologia de ponte / secção transversal; Definir método construtivo onde será decidido qual a sequência construtiva das consolas e os seus fechos; Definir os traçados horizontal e vertical; Definir relevê;   Definir posição e características dos pilares e encontros bem como as suas ligações ao tabuleiro; Definir a posição e características dos diafragmas; Definir juntas de dilatação; Definir variações geométricas da secção transversal ao...
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Com a ferramenta interna Section Designer, incluída nos programas CSI, é possível definir secções com geometrias complexas aplicáveis a elementos de barra. Para facilitar e acelerar a definição destas secções, existe a possibilidade de importar estas mesmas secções diretamente de um ficheiro DXF.

Seguindo critérios simples na definição das secções em formato DXF, como apresentado na tabela resumo em baixo, é possível fazer a correspondência direta entre os elementos desenhados e as secções a importar.

 

 

 

Alguns exemplos de secções que podem ser facilmente importadas através de ficheiros DXF:

 


Figura 1 - Exemplo de uma secção de um Pilar de uma Ponte.

 


Figura 2 - Exemplo de uma secção tubular metálica com elementos de reforço.

 


Figura 3 - Exemplo de uma secção Mista Aço-Betão.

 

Tabela resumo de correspondências entre entidades dos ficheiros DXF e a respetiva importação nos programas CSI:   Entidade DXF Material
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O comportamento elasto-plástico de pós-encurvadura pode ser modelado com o software CSI, seguindo as seguintes linhas gerais:

Discretizar o modelo em elementos suficientemente pequenos para capturar a não-linearidade geométrica. Normalmente são necessários entre quatro a oito elementos de barra ou Shell por vão. Definir cuidadosamente as condições de fronteira da estrutura a modelar. Definir imperfeições geométricas que podem ser importantes para iniciar a solução correspondente ao modo de encurvadura desejado, especialmente no caso de estruturas simétricas. Definir um load case de Buckling com o carregamento a estudar. Consultar os resultados para identificar o modo de encurvadura relevante. Converter a configuração deformada desse modo de encurvadura numa imperfeição geométrica, utilizando a opção “Analyze>Modify Undeformed Geometry”. Definir uma análise não-linear estática do tipo P-Delta plus Large Displacements, aplicando o carregamento a estudar e...
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De acordo com a secção 4.3.2 do Eurocódigo 8, os efeitos acidentais da torção devem ser considerados devido à incerteza na localização das massas e na variação espacial do movimento sísmico. No caso de análises de espectro de resposta de modelos 3D, estes efeitos podem ser determinados através da aplicação de cargas estáticas constituídas por conjuntos de momentos torsores aplicados a cada piso.

O software CSI (ETABS e SAP2000) inclui uma abordagem eficiente e prática para o cálculo destes efeitos da torção em análises de espectro de resposta:

O momento torsor de cada piso é calculado a partir da diferença de corte entre pisos adjacentes, multiplicada pela excentricidade acidental ao longo de X e Y, respetivamente. Por sua vez, esta excentricidade acidental é obtida através da multiplicação do rácio de excentricidade pelas dimensões X e Y de cada piso.

Assim, o utilizador apenas necessita de introduzir a seguinte informação para que o programa inclua automaticamente os...

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Matematicamente, a análise estática não-linear nem sempre garante uma solução única para modelos com determinadas características. No entanto, os efeitos de inércia na análise dinâmica e no mundo real limitam o caminho que a estrutura pode seguir. Mas isso não é verdade para as análises estáticas, particularmente em casos de instabilidade ​​onde a resistência é perdida devido à não-linearidade geométrica e/ou material. Nestes casos, torna-se necessário alterar o tipo de análise para time-history por integração direta e aplicar as cargas de forma quasi-estática (muito lentamente).

 

A abordagem explicada acima pode ser aplicada a modelos SAP2000 (ou CSiBridge) da seguinte forma:

Defina uma função time-history de rampa com 20 segundos que aumentará a carga até ao seu valor total durante um período de 10 segundos e, em seguida, a manterá constante por um período adicional de 10 segundos. Faça uma cópia de seu load case estático não-linear e altere-o para time-history...
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